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Base bibliográfica geral
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Título: Violência sexual e segurança internacional : despolitização, descontextualização e colonização de uma agenda
Autor(es): Sílvia Roque
Resumo: Este artigo analisa as Resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre violência sexual em contextos de conflito armado como um momento de securitização a partir do qual a violência sexual passa a ser vista como algo passível de punição, combate e prevenção na esfera internacional. Defende-se que, ao circunscreverem a violência sexual ao paradigma da segurança, as Resoluções acabam, no entanto, por colocar em causa o entendimento da mesma como uma questão sociopolítica mais vasta, ancorada em representações e ideologias de género e relacionada com dinâmicas de poder e de violência à escala global, comprometendo o seu potencial emancipatório
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra : C.E.S.. - Número especial (novembro 2018), p. 165-188
Assuntos: Conselho de Segurança da ONU | Feminismo | Género | Segurança | Violência sexual
Veja também: Roque, Sílvia
Localização: PP.3 (CEJ)

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Título: Conexões perdidas : representações de género, violência (armada) e segurança na Resolução 1325
Autor(es): Rita Santos, Sílvia Roque e Tatiana Moura
Notas: Bibliografia pág. 190-196
Resumo: Este artigo analisa as limitações da Resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas (2000) sobre Mulheres, Paz e Segurança (1325/2000) enquanto produto dos conceitos de género, violência e segurança que lhe subjazem. Apesar de representar um importante avanço em termos históricos e de agenda, abrindo possibilidades para um lugar reconhecido das mulheres nos processos de construção da paz e de acordos pós‑conflito, e garantindo que a violência contra elas seja encarada de forma séria tanto internacional como nacionalmente, permanecem várias limitações e desafios no que diz respeito ao alcance da Resolução. Defende‑se, aqui, que a Resolução é (apenas) um passo inicial rumo ao reconhecimento das conexões e possibilidades de diálogo entre género, violência e segurança, mas que a sua direção não transforma necessariamente os entendimentos sobre cada um dos conceitos nem as suas articulações no seio das Nações Unidas, dos Estados‑membros e das próprias organizações não‑governamentais dedicadas às questões de género, nomeadamente os grupos de mulheres. O questionamento dos limites da Resolução faz‑se sobretudo por referência à análise de outros contextos de violência armada que não guerras ou situações pós‑conflito, não abrangidos pela 1325, e em especial no que toca às suas dinâmicas de género
Publicado em: In: Revista Crítica de Ciências Sociais. - Coimbra : C.E.S., 1978- . - N.º 96 (março 2012), p. 165-196
Assuntos: Mulher | Segurança | Violência
Veja também: Santos, Rita | Roque, Sílvia | Moura, Tatiana