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Base bibliográfica geral
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Título: Agente encoberto : apoio à atividade de investigação criminal
Autor(es): Jorge António de Jesus S. C. S. Cardoso, Ricardo Filipe da Silva Cortinhas
Notas: Bibliografia pág. 106-109
Resumo: A lei portuguesa permite realizar ações encobertas, como meio de obtenção de prova regulado em lei especial, normalmente executadas por funcionários de investigação criminal ou por terceiros atuando sob controlo da Polícia Judiciária. Estas ações destinam-se a investigar um conjunto alargado de crimes de certa gravidade, devendo ser adequadas aos fins de prevenção e repressão criminais visados, e serem proporcionais não só àqueles fins como também à gravidade do crime sob investigação. No entanto, é polémica a questão que rodeia a atuação dos agentes encobertos, sendo objetivo deste trabalho identificar as consequências legais da prova recolhida/produzida pelos mesmos no âmbito da investigação criminal e qual a responsabilidade criminal da sua atuação. Conclui-se neste trabalho que se o agente encoberto atuar como agente provocador, a prova obtida é nula, ao mesmo tempo que existe uma cláusula de "isenção de responsabilidade" de alguns atos ilícitos praticados pelo agente encoberto
Publicado em: In: Revista de direito e segurança. - Lisboa : Instituto de Direito Público. - ISSN 2182-8687. - A. 4, n.º 8 (jul.-dez. 2016), p. 81-113
Assuntos: Agente encoberto | Agente infiltrado | Agente provocador | Prova | Responsabilidade
Veja também: Cardoso, Jorge António de Jesus S. C. S. | Cortinhas, Ricardo Filipe da Silva
Localização: PP.310 (CEJ)

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Título: As forças de tipo gendarmerie e as missões/ operações de gestão de crises da UE
Autor(es): Ricardo Filipe da Silva Cortinhas
Notas: Bibliografia pág. 245-248
Resumo: Nos últimos anos, a componente de segurança e defesa da União Europeia (UE) passou a ser sinónimo de gestão de crises, sendo que a União tem abordado a questão da gestão de crises através de duas vertentes: a vertente militar e a vertente civil, que se consubstancia na realização de inúmeras operações e missões de gestão de crises. O presente artigo aborda o papel da UE na condução de operações e missões de gestão de crises e de que forma as forças de gendarmerie contribuem para o sucesso das mesmas. Começa por analisar o conceito de gestão de crises e demonstrar as mais-valias do empenhamento de forças de gendarmerie em operações e missões de gestão de crises, analisando em seguida as diferentes operações e missões desenvolvidas neste âmbito
Publicado em: In: Revista de direito e segurança. - Lisboa : Instituto de Direito Público. - ISSN 2182-8687. - A. 4, n.º 8 (jul.-dez. 2016), p. 205-248
Assuntos: Gestão de crises | Segurança Europeia | União Europeia
Veja também: Cortinhas, Ricardo Filipe da Silva
Localização: PP.310 (CEJ)