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Base bibliográfica geral
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Título: Legislación y políticas públicas sobre inmigración y diversidad cultural en España y en el contexto europeo
Autor(es): Pedro Garrido Rodríguez
Notas: Bibliografia pág. 83-84
Resumo: Este artículo es un análisis descriptivo y funcional de la legislación y las políticas públicas desarrolladas en los últimos años en materia de extranjería. En el marco de la Unión Europea, la heterogeneidad de los países que la conforman, con realidades socioculturales e intereses bien diversos, dificulta la toma de acuerdos, que se centran más en el control de los flujos migratorios y en la seguridad que en la integración de los inmigrantes. En el ámbito español, se analizan en profundidad las aportaciones de la Reforma 2/2009 de la Ley Orgánica de Extranjería. También el Plan Estratégico de Ciudadanía e Integración, especialmente en lo referido a las áreas de vivienda, salud, educación, empleo, mujer, servicios sociales y sensibilización. En todos estos ámbitos se constata un impulso de las políticas sociales desde mediados de los años 2000 y un viraje hacia unas políticas más restrictivas y menos sensibles a las necesidades del colectivo inmigrante desde el segundo semestre de 2008 hasta la actualidad
Publicado em: In: Revista jurídica da Universidade Portucalense Infante D. Henrique. - Porto : Departamento de Direito da U.P. I.D.H.. - ISSN 0874-2839. - N.º 16 (2014), p. 65-84
Assuntos: Imigração | Integração de migrantes | Diversidade cultural | Políticas públicas | Direitos do homem | Espanha
Veja também: Garrido Rodríguez, Pedro
Localização: PP.226 (CEJ)

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Título: Le droit à porter le voile : cause perdue ou naissance d'une politics rights?
Autor(es): Claire De Galembert
Resumo: L’article revient sur les mobilisations suscitées par la multiplication des interdictions légales du port du voile en France. La lutte en faveur du droit à porter le voile, au vu de son impuissance à contrer ces interdictions, doit-elle être considérée comme un échec ? En suivant les enseignement de la sociologie des mobilisations sur la mesure du succès d’un mouvement social, l’article invite à la nuance. L’intérêt du recul historique qu’offre désormais cette affaire du voile, vieille aujourd’hui de près de vingt-cinq ans, est de pouvoir, en rapportant l’état de la mobilisation à ce qu’elle était hier, constater son essor. Cela permet surtout de mettre en évidence le ressort qu’a constitué dans cet essor la référence aux droits de l’homme. Cette mobilisation est en cela illustrative du puissant ferment mobilisateur que constituent les droits de l’homme, ce qui n’est pas là la moindre de leur efficacité. En référence à ce que Stuart Scheingold a nommé « politics of rights » nous montrerons ainsi la place que tient la référence au droit et le répertoire d’action juridique dans l’émergence et déploiement de la cause du voile et l’essor qu’elle connait depuis lors
Publicado em: In: Revue interdisciplinaire d'etudes juridiques. - Bruxelas : Facultés Universitaires Saint-Louis. - N.º 75 (2015), p. 91-114
Assuntos: Estudos jurídicos | Direitos do homem | Islamismo | Diversidade cultural | Politica de direitos | França
Veja também: De Galembert, Claire
Localização: PP.92 (CEJ)

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Título: Cérebro social, diversidade cultural e responsabilidade penal
Autor(es): Augusto Silva Dias
Resumo: No panorama actual da neurociência confrontam-se uma perspectiva "internalista" segundo a qual toda a actividade mental se desenrola de um modo determinístico no interior do cérebro e uma perspectiva "externalista" segundo a qual a actividade mental emerge de um fluxo contínuo entre o cérebro e "próteses" exteriores, que vão desde aparelhos e objectos físicos a recursos simbólicos do mundo da vida. O presente estudo adere a esta perspectiva da "mente ampliada", cujo acerto procura demonstrar, e louva-se nela para repensar algumas categorias da responsabilidade penal, em especial a inimputabilidade. Cruzando a neuropsicologia com a etnopsiquiatria concluímos que certos distúrbios psíquicos, como o amok, o /oto/7, ou o ataque de niervos, não são adequadamente compreendidos se for ignorado o ambiente etnocultural em que surgem, ou seja, o sentido cultural que alimenta o modo como o paciente os vive e como os outros os interpretam. Se assim é, então a comprovação do elemento biopsíquico da inimputabilidade, em tais casos, não pode dispensar o factor cultural que influencia a experiência psicopatológica do agente
Publicado em: In: Anatomia do crime. - Coimbra : Almedina. - N.º 3 (jan.-jun. 2016), p. 35-55
Assuntos: Anatomia do crime | Neurociência | Cérebro social | Diversidade cultural | Inimputabilidade
Veja também: Dias, Augusto Silva
Localização: PP.299 (CEJ)