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Base bibliográfica geral
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Título: Sobre la ciencia forense en la justicia penal para las mujeres en México
Autor(es): Zoraida García Castillo
Notas: Bibliografia pág. 126-127
Resumo: 1. Aplicabilidad de los conocimientos científicos en el proceso judicial. 2. Un caso: La prueba de docimasia pulmonar hidrostática. 3. L as deficiencias en la práctica forense en la justicia para las mujeres, un problema sistemático. 4. Conclusiones
Publicado em: In: Jueces para la democracia. - Madrid : Jueces para la Democracia. - ISSN 1133-0627. - N.º 82 (março 2015), p. 114-127
Assuntos: Justiça penal | Ciências forenses | Direitos da mulher | México
Veja também: García Castillo, Zoraida
Localização: PP.220 (CEJ)

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Título: Profiling, vitimologia e ciências forenses : perspetivas atuais
Autor(es): coord. Fátima Almeida, Mauro Paulino
Publicação: Lisboa : Pactor, 2012
Descrição física: XVIII, 489 p. ; 24 cm
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-693-014-1
Assuntos: Criminologia | Psicologia forense | Ciências forenses | Vítimologia
CDU: 343.9
Veja também: Almeida, Fátima | Paulino, Mauro
Localização: CNA.232 (CEJ) - 30000028131

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Título: O Observatório da Investigação Criminal e Ciências Forenses : quem somos : o que queremos
Autor(es): ; César Afonso
Publicado em: In: Modus operandi. - Lisboa : ASFICPJ, 2007-. - ISSN 1646-6799. - Nº 1 (Jan.-Mar. 2007), p. 54-55
Assuntos: Ciências forenses | Investigação criminal
Veja também: Afonso, César
Localização: PP.281 (CEJ)

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Título: Dilemas éticos do consentimento informado em ciências forenses
Autor(es): Bárbara Santa Rosa, André Dias Pereira, Francisco Corte-Real
Resumo: I. Introdução. II. Objectivos. III. Alguns pressupostos jurídicos da actividade pericial. IV. A capacidade para consentir. V. Colheita de amostras biológicas. VI. Base de dados de perfis de ADN. VII. O consentimento no contexto de abuso sexual. VIII. Os correios de droga. Referências
Publicado em: In: Revista portuguesa do dano corporal. - Coimbra : A.P.A.D.A.C.. - A. 20, Nº 22 (Dez. 2011), p. 184-193
Assuntos: Dano corporal | Ciências forenses | Consentimento informado | Avaliação do dano corporal
Veja também: Rosa, Bárbara Santa | Pereira, André Dias | Corte-Real, Francisco
Localização: PP.176 (CEJ)

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Título: Da conformidade constitucional do artigo 86.º, n.º 3, do Código de Processo penal
Autor(es): Ana Maria Magalhães Mexia Falcão Machado
Edição: Fundação Bissaya Barreto
Publicação: Coimbra, 2011
Descrição física: 126 p. ; 30 cm
Notas: Dissertação apresentada para obtenção de grau de mestre, apreciada publicamente em 2 de Fevereiro de 2012, Ciências jurídico-forenses, 2011, Instituto Superior Bissaya Barreto.
Assuntos: Direito processual penal | Ciências forenses | Ciência jurídica
CDU: 343.1
Veja também: Machado, Ana Maria Magalhães Mexia Falcão
Localização: DOP.273 (CEJ) - 30000026633

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Título: A racionalidade do uso das ciências forenses no interesse da investigação criminal
Autor(es): Fernando Viegas, Hélder Figueiredo
Publicado em: In: Modus operandi. - Lisboa : ASFICPJ. - ISSN 1646-6799. - N.º 5 (Primavera 2013), p. 127-129
Assuntos: Polícia judiciária | Investigação criminal | Ciências forenses
Veja também: Viegas, Fernando | Figueiredo, Hélder
Localização: PP.281 (CEJ)

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Título: Agressões sexuais : intervenção pericial integrada
Autor(es): coord. Teresa Magalhães, Duarte Nuno Vieira
Publicação: [Porto] : Sociedade Portuguesa para o Estudo da Criança Abusada e Negligenciada, 2013
Descrição física: 158 p. ; 22 cm
Colecção: (Abuso e negligência ; 2)
ISBN/ISSN: ISBN 978-989-97275-1-9
Assuntos: Direito da criança | Abuso de menor | Criança maltratada | Vítima de agressão sexual | Medicina legal | Ciências forenses
CDU: 347.64
Veja também: Magalhães, Teresa | Vieira, Duarte Nuno
Localização: DTE.187 (CEJ) - 30000027728

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Título: Cybercrime investigations of mobile phone devices and the cloud in the light of EU safe harbour rulings
Autor(es): Damir Kahvedžić
Resumo: The adoption of cloud services has been driven in part by the continuing and increasing use of mobile devices. Recently, privacy and security of data stored on these devices has been in the forefront of the public debate. In the last year, concerns have been raised by the European Union on the privacy implications of cloud data and cross border data transfers culminating in the Schrems ruling and a new EU-US data transfer agreement. At the same time, developers of mobile devices and clouds have taken more care with the privacy of their user’s data and have begun to encrypt the data the devices store. In criminal cases, the success of an investigation hinges on the ability of the forensic investigator to access the evidence stored in both of the mobile device and the cloud. This article will discuss how the mobile devices and clouds are investigated in digital forensics and what effects the new privacy developments have had on the field. The article provides context by illustrating how data on the smartphone and cloud is investigated, and the challenges brought on by the privacy rulings
Publicado em: In: ERA Forum. - Trier. - V. 17, n.º 3 (setembro 2016), p. 355-367
Assuntos: Cibercrime | Dispositivos móveis e nuvens | Privacidade | Segurança | Investigação criminal | Ciências forenses
Veja também: Kahvedžić, Damir
Localização: PP.249 (CEJ)

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Título: O intervalo post-mortem nas ciências forenses
Autor(es): Inês Buekenhout
Notas: Bibliografia pág. 125-129
Resumo: A determinação do intervalo post-mortem, ou tempo decorrido desde a morte, é essencial na investigação forense, auxiliando na compreensão de toda a dinâmica do crime. Quando a morte teve lugar há relativamente pouco tempo, existe um número de métodos aplicados pelo patólogo forense que permite a sua estimativa. Contudo, à medida que o tempo passa, os parâmetros médicos que auxiliam a cronotanatag-nose começam a degradar-se, tornando-se uma tarefa cada vez mais difícil e menos precisa. Como tal, diversas outras disciplinas têm-se vindo a debruçar igualmente sobre está questão. Pretendemos explorar os métodos existentes para a determinação do referido intervalo. Grande parte carece de objetividade, sendo que muitos outros são dependentes das condições ambientais, do local onde o cadáver foi encontrado e/ou do estado de decomposição do último. Apresentaremos igualmente um estudo desenvolvido na Universidade de Coimbra que procura estudar a fiabilidade da degradação óssea para a estimativa do intervalo post-mortem, A maioria das pesquisas desenvolvidas têm por base um corpo ainda com tecidos moles, sendo evidente a falta de métodos que existem quando tudo o que persiste são os elementos ósseos. Conclui-se que esta é uma área de estudo em necessidade de mais investigação, uma vez que existem ainda diversas dificuldades no estabelecimento de métodos que sejam viáveis para o estudo do intervalo post-mortem em contexto legal. A determinação errónea do período pode levar a impedimentos da justiça, pelo que espírito crítico, cautela e análises múltiplas são aconselhadas
Publicado em: In: Investigação criminal, ciências criminais e forenses - IC3F. - Lisboa : ASFICPJ. - ISSN 2184-1209. - N.º 1 (outubro 2017), p. 104-129
Assuntos: Investigação criminal | Ciências forenses
Veja também: Buekenhout, Inês
Localização: PP.280 (CEJ)

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Título: Novos avanços e potencialidades na análise das impressões digitais
Autor(es): Daniel Pérez-Mongiovi
Notas: Bibliografia pág. 44-45
Resumo: Recentes avanços na obtenção de imagens de alta qualidade através de novos dispositivos estão a aumentar o leque de possibilidades na análise das impressões digitais (o padrão comparativo humano por excelência). Pormenores 3D das cristas e sulcos epidérmicos duma impressão latente parcial, que pode levar a uma identificação; dispositivos com sistema de detecção biométrico de alta velocidade; ou o uso comum de iphones na recolha de impressões digitais, são todos exemplos que poderiam ser de aplicabilidade generalizada a curto/médio prazo. Já no processo de identificação de um indivíduo, a falta de registos com os que comparar não permite a aplicação de métodos comparativos de padrões biológicos. Nestes casos recorre-se com frequência à reconstrução dum perfil biológico (sexo, ancestralidade e outros) que nos aproxime da identificação. Neste sentido, as impressões digitais latentes escondem segredos que podem aportar muita informação
Publicado em: In: Investigação criminal, ciências criminais e forenses - IC3F. - Lisboa : ASFICPJ. - N.º 3 (novembro 2018), p. 36-45
Assuntos: Identificação pessoal | Dactiloscopia | Ciências forenses | Novas tecnologias
Veja também: Pérez-Mongiovi, Daniel
Localização: PP.280 (CEJ)