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Base bibliográfica geral
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Título: Avaliação das competências parentais : factores de risco e factores de protecção
Autor(es): Rute Agulhas, Alexandra Anciães
Resumo: A Psicologia é frequentemente solicitada por parte das entidades judiciais no sentido de auxiliar o Direito na compreensão do funcionamento familiar. A avaliação das competências parentais ocorre, acima de tudo, no âmbito de processos de regulação, alteração, incumprimento ou inibição do exercício das responsabilidades parentais (Lei n.º 61/2008, de 31 de Outubro e Lei n.º 141/2015, de 8 de Setembro, alterada pela Lei n.º 24/2017, de 24 de Maio), bem como em processos de promoção e protecção (Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro, com as devidas alterações introduzidas pela Lei n.º 23/2017, de 23 de Maio e pela Lei n.º 26/2018, de 5 de Julho). Este artigo descreve as principais dimensões da parentalidade, que devem ser enquadradas no contexto onde a relação entre pais e filhos se desenvolve, e que auxiliam na análise dos factores de risco e de protecção. Estes factores poderão auxiliar o magistrado a melhor compreender o potencial de mudança dos pais e em que medida estes conseguem identificar e satisfazer adequadamente as necessidades das crianças. Apresenta-se um caso prático que permite ilustrar e integrar os diversos conteúdos teóricos abordados
Publicado em: In: Revista do CEJ. - [Lisboa] : CEJ. - N.º 2 (2018), p. 191-241
Assuntos: Parentalidade | Risco | Protecção | Avaliação pericial psicológica
Veja também: Agulhas, Rute | Anciães, Alexandra
Localização: PP.228 (CEJ)

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Título: Recordar um cenário de crime : estudo sobre as aptidões de memória dos investigadores criminais
Autor(es): Andreia Vieira, Ana Raposo
Notas: Bibliografia p. 40
Resumo: Indivíduos que são peritos num dado domínio memorizam informação relacionada com esse domínio de forma mais rápida e eficaz do que indivíduos leigos, mostrando que a memória está fortemente dependente do nosso conhecimento e experiência prévia. Sendo os inspetores da Polícia Judiciária peritos em investigação criminal, questionou-se neste trabalho se as aptidões de memória destes profissionais para objetos e locais de crime são superiores às de indivíduos com ocupações não relacionadas com esta atividade profissional. Os participantes estudaram pares de objetos e locais, em que os objetos podiam estar associados a crime (e.g., pistola –rio) ou ser objetos do quotidiano (e.g., chapéu de sol – praia). Em algumas ocasiões foi dito que o objeto e o local diziam respeito a um crime violento, enquanto noutros casos foi referido que o objeto e o local diziam respeito a um encontro entre amigos. Posteriormente, testou-se a memória dos participantes para os objetos e locais apresentados. Os inspetores da PJ lembraram-se melhor não só dos objetos de crime como também dos locais associados a esses objetos comparativamente aos outros profissionais. Além disso, verificou-se que a aptidão de memória para os locais de crime aumentou com o número de anos de experiência profissional dos inspetores da PJ. Os resultados evidenciam que o treino específico e experiência continuada dos inspetores da PJ promovem as suas aptidões de memória para eventos criminais
Publicado em: In: Investigação criminal, ciências criminais e forenses - IC3F. - Lisboa : ASFICPJ. - N.º 4 (abril 2019), p. 24-40
Assuntos: Investigação criminal | Local do crime | Avaliação pericial psicológica | Estudo de casos | Polícia judiciária
Veja também: Vieira, Andreia | Raposo, Ana
Localização: PP.280 (CEJ)