010   ^a972-41-1128-8
021   ^aPT^b55931/92
100   ^a20190911d1993    k  y0porb0103    ba
101 1 ^apor^cfre
102   ^aPT
200 1 ^aO império retórico^eretórica e argumentação^fChaïm Perelman^gtrad. Fernando Trindade, Rui Alexandre Grácio
205   ^a1. ed
210   ^aPorto^cASA^d1993
215   ^a204, [2] p. ;^d21 cm
225 2 ^aArgumentos.^iPensamento contemporâneo
304   ^aTít. orig.: L'empire rhétorique
317   ^aEspólio Juiz Conselheiro Souto Moura
330   ^aA retórica não é uma disciplina que se ocupa essencialmente das figuras de retórica: estas não são mais do que um instrumento, entre outros, para convencer e persuadir um auditório. Em toda a sua generalidade, ela constitui uma teoria da argumentação que utiliza raciocínios que Aristóteles qualificou de dialécticos. Neste sentido, a retórica, que engloba a dialéctica dos antigos, é a outra face da lógica formal, sendo o instrumento indispensável para todo o pensamento que não se reduz a um cálculo. Toda a deliberação, toda a discussão, toda a controvérsia, toda a apresentação de ideias novas que faz apelo á razão, têm de lhe recorrer. Neste sentido, a retórica, concebida como teoria da argumentação, é o instrumento indispensável de todo o pensamento e de toda a filosofia crítica
606   ^aFilosofia
606   ^aArgumentação
606   ^aRetórica
675   ^a101^vBN^zpor
700  1^aPerelman,^bChaïm
702  1^aTrindade,^bFernando^4730
702  1^aGrácio,^bRui^4730
859   ^u/BiblioNet/Upload/Capas/40288.gif^zCapa
920 n
921 a
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