001 CEJ20180628155113
010   ^a85-336-1441-1
100   ^a20180628d2001    k  y0porb0103    ba
101 1 ^apor^ceng
102   ^aBR
200 1 ^aA prática da justiça^euma teoria da ética dos advogados^fWilliam H. Simon^gtrad. Luís Carlos Borges
205   ^a1. ed
210   ^aSão Paulo^cMartins Fontes^d2001
215   ^a343 p. ;^d21 cm
225 2 ^aJustiça e direito
304   ^aTit. orig.: The practice of justice
330   ^aUm advogado deveria, em qualquer circunstância, guardar os segredos de um cliente, mesmo quando a quebra do sigilo pudesse absolver uma pessoa acusada injustamente de um crime? Até que ponto um advogado deveria explorar brechas que permitam aos clientes obter vantagens imprevistas? Quando podem os advogados fazer justificadamente manobras processuais que anulem direitos substantivos? O autor declara que as abordagens correntes dessas questões são incoerentes e inviáveis e desenvolve uma abordagem alternativa baseada num estilo de julgamento diferente, amplamente aceite em outras áreas do pensamento jurídico. O autor vivifica seu argumento com discussões de casos reais, incluindo o escândalo de Lincoln Saving & Loan, e também com relatos fictícios de advocacia, incluindo "O Processo Kafka" e o filme "The veridict".
606   ^aÉtica
606   ^aDeontologia profissional
606   ^aAdvocacia
675   ^a340.12^vBN^zpor
700  1^aSimon,^bWilliam H.
702  1^aBorges,^bLuís Carlos^4730
801   ^aPT^bCEJ^c20180628^gRPC
859   ^u/BiblioNet/Upload/Capas/37947.jpg^zCapa
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