100   ^a20180226d2016    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aBR
200 1 ^aLiberdade reprodutiva e limites ao reconhecimento da diferença na deficiência^fRicardo André Maranhão Santiago
320   ^aBibliografia p. 54-55
330   ^aEste artigo trata da liberdade reprodutiva do casal formado por pessoas com deficiência e da possibilidade de prevalência do seu direito à escolha da transmissão de genes causadores de doenças hereditárias à prole. Para o intento abordaremos princípios tanto das searas constitucional e civil, quanto da Bioética, como instrumentos solucionadores, no que consideraremos, de um lado, a autonomia e a não discriminação pela constituição genética, de outro lado, o direito a um futuro aberto da criança e a beneficência pública. Tentaremos demonstrar que não está em jogo apenas a (in) viabilidade jurídica de iniciativas reprodutivas de prole manufaturada, à medida que implicações outras, como a importância do reconhecimento da diferença típica das pessoas com deficiência, sugerem cautela para evitar uma resposta açodada por uma ou outra via
461  1^tRevista do Tribunal Regional do Trabalho da 8.ª Região^cBelém^bTribunal Regional do Trabalho^x0100-1736^vV. 49, n.º 97 (jul.-dez. 2016)^pp. 33-55
606   ^aReprodução
606   ^aDeficiência
606   ^aLiberdade
607   ^aBrasil
700  1^aSantiago,^bRicardo André Maranhão
920 n
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931 20180226
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