100   ^a20170725d2016    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aRumo a um sistema de informações europeu?^fGabriela Caldas
320   ^aBibliografia pág. 78-79
330   ^aOs recentes ataques terroristas em Paris e Bruxelas trouxeram uma vez mais para o centro do debate a deficiente cooperação entre as autoridades dos Estados-Membros, em particular no que toca à partilha de informações. As formas de cooperação em vigor na União Europeia entre serviços de informações, seja num contexto informal e intergovernamental, a exemplo do Clube de Berna, seja no contexto da cooperação policial como no caso da EUROPOL, ou ainda no contexto da Política Exterior e de Segurança Comum, parecem não oferecer resposta adequada às exigências da prevenção e luta contra as ameaças que pendem sobre os cidadãos europeus. Atentas a sensibilidade da matéria e as diferentes perceções nacionais, é duvidoso que o mero reforço da cooperação altere de fornia significativa a situação actual, caracterizada pela natureza voluntária das participações, pela desarticulação entre os organismos envolvidos e por fronteiras artificiais entre informações criminais, de segurança e estratégicas. A segurança interna da União e dos seus cidadãos é um objetivo prioritário inscrito nos Tratados, que nem as instituições nem os Estados-Membros podem ignorar. No sentido de o servir, afigura-se oportuno refletir sobre a viabilidade e valor acrescentado que uma Agência de Informações da UE poderia constituir neste contexto
461  1^tRevista de direito e segurança^cLisboa^bInstituto de Direito Público^x2182-8687^vA. 4, n.º 8 (jul.-dez. 2016)^pp. 51-79
606   ^aServiços de informações
606   ^aCooperação policial
606   ^aSegurança interna
606   ^aEuropol
700  1^aCaldas,^bGabriela
920 n
921 a
922 a
923  
924  
925  
931 20170725
932 d
933 2016
934     
935 k  
936 y
937 0
938 ba