100   ^a20170714d2014    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aPrescrição e uso off-label de medicamentos e de dispositivos médicos^fVera Lúcia Raposo
330   ^aA prescrição off-label é uma opção rotineira da prática médica. Contudo, a sua legitimidade tornou-se discutível por força dos recentes acontecimentos relacionados com o tratamento da degenerescência macular da idade mediante Avastin (bevacizumab), um medicamente originariamente aprovado para o cancro colo-rectal, cancro dos pulmões e cancro da mama, ao invés de usar o medicamento que conta com uma autorização de comercialização especificamente concedida para esse particular efeito, o Lucentis (ranibizumab). Alguns infelizes acontecimentos não devem, de per si, ser argumento para proibir toda e qualquer prescrição off-label, tanto mais que muitas vezes esta é a conduta mais conforme com as leges artis. Porém, mesmo em tais casos há outros requisitos a ter em conta, nomeadamente o consentimento informado do paciente
461  1^tLex medicinae^cCoimbra^bCoimbra Editora^x1646-0359^vA. 11, n.º 21-22 (2014)^pp. 35-75
606   ^aResponsabilidade médica
606   ^aConsentimento informado
606   ^aPrescrição de medicamentos
700  1^aRaposo,^bVera Lúcia
856   ^uhttp://www.ij.fd.uc.pt/publicacoes/lexmedicinae/lexmedicinae_2014.pdf^zClique aqui para aceder à revista
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