100   ^a20170412d2016    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aPara não perturbar os mandarins irritados^e<a >propósito de um parecer do Procurador-Geral da Coroa (1847)^fAntónio Vilhena de Carvalho
210   ^aLisboa^cSindicato dos Magistrados do Ministério Público^d2016
215   ^ap. 109-122^d22 cm
305   ^aSeparata da Revista do Ministério Público, A. 37, n.º 146 (abr.-jun. 2016)
330   ^aA propósito de um parecer do Procurador-Geral da Coroa emitido em 1847, são examinadas de forma sumária as soluções seguidas para resolver os conflitos de jurisdição surgidos pela prática em Macau de crimes de homicídio envolvendo portugueses e chineses. Emitido numa época em que começa a tomar expressão, em benefício dos cidadãos europeus residentes em cidades chinesas, o princípio da extraterritorialidade, o parecer remete para um quadro histórico de pragmatismo e acomodação que foi a norma, durante as dinastias Ming e Qing, nas relações estabelecidas entre as autoridades de Macau e as vizinhas autoridades chinesas
606   ^aHistória do direito e das instituições
606   ^aProcurador-Geral da Coroa
607   ^aMacau
675   ^a34^vBN^zpor
700  1^aCarvalho,^bAntónio Vilhena de
859   ^u/BiblioNet/Upload/Capas/36104.jpg^zCapa
920 n
921 a
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931 20170412
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