100   ^a20170215d2015    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aThird party funding ou o financiamento de litígios por terceiros em Portugal^fDuarte Gorjão Henriques
330   ^aI. Introdução. II. O modelo de negócio de “Third Party Funding”. III. Desenvolvimento da actividade de financiamento de litígios. IV. Os financiadores e o mercado de financiamento de litígios. V. Problemas e desafios enfrentados na “litigation finance”. VI. A definição de “third party funder”. VII. Os “Third Party Funders” e os conflitos de interesses dos árbitros. VIII. Third party funders e sigilo profissional de advogados. IX. Custos, responsabilidade pelos custos e caução para custos. X. A extensão da responsabilidade pelos custos a terceiros financiadores. XI. “third party funders” e “security for costs”. XII. Ausência de regulamentação. XIII. Panorama Português. XIV. O licenciamento da actividade. XV. Os desafios ligados à deontologia da profissão de advogado. XVI. Usura. XVII. “Comoditização” da justiça. XVIII. Concluindo — Portugal é um bom mercado para os “third party funders”?
461  1^tRevista da Ordem dos Advogados^cLisboa^bO.A.^x0870-8118^vA. 75, n.º 3-4 (jul.-dez. 2015)^pp. 573-624
606   ^aArbitragem
606   ^aFinanciamento
606   ^aAdvogado
700  1^aHenriques,^bDuarte Gorjão
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