100   ^a20161215d2016    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aExperiência de um magistrado judicial na sala do trabalho em Angola^fAldino da Fonseca
330   ^aO presente artigo visa dar uma ideia aos mais variados leitores, tanto àqueles que lidam com os tribunais, como outros que apenas têm algum interesse sobre temas ligado à justiça, mais propriamente, à justiça dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, aquilo que tem sido a vivência do Magistrado junto do tribunal. Refiro-me em sentido amplo na justiça dos PALOP e na vivência do Magistrado, porque, por aquilo que tenho conhecimento, os problemas e as dificuldades são comuns, por razões históricas. Num primeiro momento, procurei trazer aos leitores, principalmente àqueles que têm pouco ou quase nenhum conhecimento sobre Angola, uma breve ideia sobre como está estruturado o aparelho judicial angolano, do topo à base, tendo como referência os últimos cinco anos e fazendo referência, sempre que possível, à legislação sobre o qual está alicerçado. Num segundo momento, tratei de descrever algumas situações concretas com que se depara o Juiz no tribunal do trabalho, apontando sempre as soluções encontradas para resolver os problemas ou contornaras dificuldades vividas no dia-a-dia. Por último, já numa perspectiva de futuro, pretendi demonstrar os esforços institucionais que têm sido feitos, no sentido de melhorar, cada vez mais, o acesso ao direito e à justiça por parte dos cidadãos, que se traduz, em última instância, no melhoramento no acesso aos tribunais. Espero muito sinceramente com este pequeno artigo, contribuir para o intercâmbio entre povos e nações, sobretudo, entre Magistrados que partilham a mesma pátria, no caso, a língua portuguesa
461  1^tRevista do CEJ^c[Lisboa]^bCEJ^vN.º 1 (2016)^pp. 243-255
606   ^aMagistrado judicial
606   ^aPALOP
607   ^aAngola
700  1^aFonseca,^bAldino da
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