100   ^a20160505d2015    k  y0porb0103    ba
101 0 ^aeng
102   ^aPT
200 1 ^a<The >single shareholder company of the Mozambican commercial law^fJoão Espírito Santo
330   ^aA República de Moçambique aprovou, em 2005, um Código Comercial, que traduziu inovações de monta relativamente à situação anterior do ordenamento jurídico-privado. Entre as inovações conta-se a consagração de um subtipo societário com unipessoalidade originária: a sociedade unipessoal por quotas. O direito moçambicano seguia assim um caminho previamente trilhado pela Dinamarca (1973), Alemanha (1980), França (1985), Holanda (1986) e Portugal (1996), entre outros, e que, nos direitos lusófonos, acabaria também por obter consagração em Cabo Verde (1999) e em Angola (2102). A técnica de regulação da sociedade unipessoal dos direitos lusófonos é de subordinação sistemática ao conjunto normativo dos correspondentes tipos formados com pluralidade de sócios, o que suscita questões particulares de harmonização e adaptação dos regimes jurídicos em causa, que se procuram dilucidar no presente artigo
461  1^tRevista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa = Lisbon Law Review^cLisboa ^bF.D.U.L ^vVol. 56 (2015)^pp. 149-167
606   ^aSociedade comercial
606   ^aUnipessoalidade
606   ^aSociedade por quotas
607   ^aMoçambique
700  1^aEspírito Santo,^bJoão
920 n
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