100   ^a20160106d2015    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<Uma >semântica para os termos normativos^fRicardo Tavares da Silva
330   ^aQuando dizemos que 'Deve-se (é obrigatório) respeitar a dignidade das pessoas' ou que 'Não se deve (é proibido) matar', por exemplo, estamos a querer dizer que 'É necessário respeitar a dignidade das pessoas' e que 'É necessário não-matar', respectivamente. Mas há algo estranho em dizer que há necessidade em respeitar a dignidade das pessoas ou em não-matar, se o termo 'necessidade' for entendido em sentido modal. Por isso, há que distinguir o ser necessário sem mais, incondicional (por exemplo: é necessário que Sócrates seja humano, ponto), do ser necessário para, condicional (por exemplo: é necessário que Sócrates seja humano para que seja filósofo). A normatividade tem que ver com este último caso, não com o primeiro: é preciso respeitar a dignidade das pessoas e é preciso não matar para que se realize o bem
461  1^tAnatomia do crime^cCoimbra^bAlmedina^vN.º 1 (jan.-jun. 2015)^pp. 153-172
606   ^aTermos normativos
606   ^aTermos modais
700  1^aSilva,^bRicardo Tavares da
920 n
921 a
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933 2015
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