100   ^a20150914d2014    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<A >resolução extrajudicial de conflitos na actividade médica^e<a >mediação^fRui Tato Marinho
330   ^aA qualidade dos cuidados de saúde influencia de modo muito forte a estabilidade, produtividade e a segurança de um País. Os cuidados de saúde, o sistema e os seus profissionais devem ser considerados um bem inestimável, dentro do conceito de saúde global. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a saúde é um bem-estar físico, mental e social. Portugal, de acordo com a OMS ocupava o 12.º lugar em termos de qualificação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), num conjunto de quase 200 países. O grosso dos médicos em atividade, na casa dos 40-50 anos, foi formado nesse contexto de elevada qualidade. Os tempos mudaram, a saúde está mais cara, as doenças {multimorbilidade) são bem mais complexas, a esperança média de vida não pára de aumentar. A insatisfação e a conflitualidade tende a aumentar, trazendo consigo uma séria ameaça à segurança da actividade médica e à sustentabilidade dos sistemas de saúde. O sistema jurídico pode ter um papel crucial neste processo de mudança e inovação, promovendo um ambiente de justiça restaurativa. Pode constituir um auxílio precioso na gestão de conflitos e na abordagem do erro, sempre presentes quando se lida com o fator humano. O erro está sempre nos vários stakeholders, sejam profissionais de saúde, as pessoas com doença e os gestores e decisores do sistema
461  1^tAnatomia do crime^cCoimbra^bAlmedina^x2183-4180^vN.º 0 (jul.-dez. 2014)^pp. 213-220
606   ^aDireito penal
606   ^aServiço Nacional de Saúde
606   ^aErro médico
606   ^aJustiça restaurativa
700  1^aMarinho,^bRui Tato
920 n
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