100   ^a20150818d2015    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aDecisão final negociada^fCláudia Cruz Santos
330   ^aA possibilidade de se responder à criminalidade — sobretudo a mais grave — através de uma decisão penal negociada (ou, como se prefere, obtida através da cooperação dos sujeitos processuais de modo a tornar dispensável a produção de prova em julgamento) vem suscitando divergências na doutrina e na jurisprudência, É propósito deste estudo avaliar criticamente as resistências à aceitação dos acordos sobre a sentença, comparando-os com as soluções de consenso já admitidas pelo direito processual penal português e distinguindo-os das soluções restaurativas
461  1^tJulgar^cCoimbra^bCoimbra Editora^x1646-6853^vN.º 25 (jan.-abr. 2015)^pp. 145-160
606   ^aSentença
606   ^aConsenso^2CEJ
606   ^aDecisão penal negociada
606   ^aJustiça restaurativa
606   ^aVerdade
700  1^aSantos,^bCláudia Cruz
920 n
921 a
922 a
923  
924  
925  
931 20150818
932 d
933 2015
934     
935 k  
936 y
937 0
938 ba