010   ^a978-972-40-4611-2
021   ^aPT^b341193/12
100   ^a20150121d2012    k  y0pory0103    ba
101  0^apor
102   ^aPT
200  1^aLetras e livranças^eparadigmas actuais e recompreensão de um regime^fCarolina Cunha
210   ^aCoimbra^cAlmedina^d2012
215   ^a687 p. ;^d24 cm
225  2^aTeses de doutoramento
320   ^aBibliografia pág. 655-670
328   ^aTese doutoramento em Ciências Juridico-Empresariais, Faculdade Direito, Universidade de Coimbra, 2009
330   ^aAs letras e livranças continuam a ser objecto de utilização pelos agentes económicos, mas com funções diferentes das que marcaram o seu apogeu histórico. Este novo paradigma é caracterizado por notas como a ausência de circulação dos títulos, a frequência das subscrições em branco, o predomínio do aval em detrimento do endosso ou o protagonismo dos bancos. O credor recorre aos títulos cambiários sobretudo como meio de acesso directo à acção executiva, como forma de adjunção de patrimónios responsáveis a uma dívida e como via de obtenção de financiamento ou liquidez. Nesta dissertação de doutoramento, à medida que percorre as soluções para os problemas levantados por este novo paradigma – com epicentro nas questões suscitadas pelo aval, pela subscrição de favor, pelo desconto bancário e pela subscrição de títulos em branco –, a autora procura demonstrar que o direito cambiário não é um corpo estranho no nosso ordenamento jurídico, nem se rege por um conjunto de princípios esotéricos; é isso sim, parte integrante e harmoniosa do direito privado patrimonial português.
606   ^aDireito comercial
606   ^aLetras e livranças
675   ^a347.7^vBN^zpor
700  1^aCunha,^bCarolina
859   ^u/BiblioNet/Upload/Capas/32874.jpg^zCapa
920 n
921 a
922 m
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931 20150121
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