100   ^a20140911d2014    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aPrevenção criminal efetuada pela Polícia Judiciária, no âmbito do crime de incêndio florestal^fPedro Silva
330   ^aSabe-se que 98% das causas dos incêndios florestais em Portugal e na bacia mediterrânica, têm na sua origem intervenção humana. Hábitos culturais, sociais e comunitários das populações no uso da floresta, na prática da caça e na pastorícia, bem como comportamentos associados ao consumo do álcool e a perturbações psíquicas, são a base potenciadora de causas e consequências do fenómeno do incêndio negligente e doloso no nosso país. Constituído uma pequena parcela do montante global dos incêndios florestais que ocorrem anualmente em Portugal, os incêndios dolosos, têm a investigação conferida à Polícia Judiciária (PJ). No rescaldo de anos críticos em matéria de incêndios florestais (praticamente em constante crescendo de número de ignições desde 1990 até 2005, ano em que se atingiram cerca de 35 000 ocorrências a nível nacional), a PJ, sentiu a necessidade de criar uma estratégia e padrões de intervenção comum a todos os departamentos
461  1^tInvestigação criminal^cLisboa^bASFICPJ^x1647-9300^vN.º 7 (junho 2014)^pp. 52-61
606   ^aPolícia judiciária
606   ^aIncêndio
606   ^aPrevenção criminal
607   ^aPortugal
700  1^aSilva,^bPedro
920 n
921 a
922 a
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924  
925  
931 20140911
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933 2014
934     
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