100   ^a20140617d2014    k  y0porb0103    ba
101 1 ^apor^ceng
102   ^aPT
200 1 ^a<O >precariado e a luta de classes^fGuy Standing^gtrad. João Paulo Moreira
320   ^aBibliografia pág. 24
330   ^aA economia mundial encontra‑se em plena Transformação Global, produzindo uma nova estrutura de classes a nível global. Está a surgir uma nova classe – o precariado –, que se caracteriza por incerteza e insegurança crónicas. Embora o precariado esteja ainda em constituição, com divisões no seu seio, os seus elementos encontram­‑se unidos na rejeição das velhas tradições políticas dominantes. Para se tornar uma classe transformadora, no entanto, o precariado necessita de ultrapassar o estádio de rebelião primária manifestado em 2011 e de se constituir como uma classe‑para‑si, capaz de se assumir como força de mudança. Isto implica uma luta pela redistribuição dos bens fundamentais para uma vida boa numa sociedade boa no século xxi – não os “meios de produção”, mas a segurança socioeconómica, o controlo sobre o tempo, espaços de qualidade, conhecimento (ou instrução), saber financeiro e capital financeiro
461  1^tRevista Crítica de Ciências Sociais^cCoimbra^bC.E.S.^vN.º 98 (maio 2014)^pp. 9-24
606   ^aBem-estar social
606   ^aClasse social
606   ^aPrecariedade laboral
700  1^aStanding,^bGuy
702  1^aMoreira,^bJoão Paulo^4730
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