001 CEJ20140307120120
100   ^a20140307d2013    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<O >caso "Flashmob" e as novas modalidades da ação coletiva^fBruno Mestre
320   ^aBibliografia pág. 106-108
330   ^aO presente trabalho procura ilustrar o enquadramento jurídico das novas formas de ação coletiva, partindo da análise das dificuldades suscitadas por um acórdão do BAG que ficou conhecido como o caso "Flashmob". Defendemos que a greve tradicional tem vindo a evoluir no sentido de ser integrada no âmbito de um (mais amplo) "direito a uma ação coletiva" reconhecido aos sindicatos para lutar pelos  seus interesses. Todavia, atendendo aos perigos de colisão entre este "direito a uma ação coletiva" com outros direitos fundamentais e as liberdades comunitárias, defendemos ainda — em harmonia com diversos arestos jurisprudenciais — que o equilíbrio deverá ser pautado pelo principio da proporcionalidade, não obstante o casuísmo e a incerteza inerentes a uma avaliação desta natureza
461  1^tQuestões laborais^cCoimbra^bCoimbra Editora^x0872-8267^vN.º 42 especial (dezembro 2013)^pp. 87-108
606   ^aDireito do trabalho
606   ^aAcção colectiva
606   ^aSindicato
606   ^aDireito à greve
700  1^aMestre,^bBruno
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