100   ^a20131104d2013    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<O >novo modelo de gestão na Proposta de Lei dos Tribunais^fLuís António Noronha Nascimento
330   ^aAfirmando sem equívocos que a liderança é o maior problema dos tribunais e que contende com um principio estruturante do Poder Judicial – o da independência dos Tribunais e dos juízes, o autor considera que a Lei 52/08 pretendeu acabar com a falta de liderança, estabelecendo um modelo de gestão consensualmente aceite e que provou em pleno na sua aplicação concreta. Porém exprime a sua convicção de que a filosofia da Proposta de Lei de organização do Sistema de Justiça assenta na destruição desse modelo, que substitui pela liderança fragmentada de uma “troika” destinada, como todas as que a história conheceu, a eliminar dois em favor de um; uma “troika” de passagem, neste caso a caminho da ministerialização dos tribunais, através de um administrador comissário. A este respeito o Autor surpreende na Proposta de Leis vários itens significativos. Conclui que a liderança dos tribunais de comarca deve ser exercida por um juiz, com o CSM como órgão de cúpula. À semelhança do que acontece com os tribunais superiores
461  1^tJulgar^cCoimbra^bCoimbra Editora^x1646-6853^vN.º 20 (maio-ago. 2013)^pp. 11-18
606   ^aReforma judiciária
606   ^aIndependência da justiça
606   ^aLiderança
606   ^aOrganização judicial
700  1^aNascimento,^bLuís António Noronha
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