001 CEJ20130918143517
010   ^a978-972-40-5249-6
021   ^aPT^b363278/13
100   ^a20130918d2013    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aProva testemunhal^fLuís Filipe Pires de Sousa
210 ^aCoimbra^cAlmedina^d2013
215   ^a432 p. ;^d23 cm
225 2 ^aMonografias
320   ^aBibliografia pág. 413-427
330   ^aA testemunha persiste como pedra angular no processo. Todavia, o testemunho sem erros é uma exceção. A memória é distorcida por fatores endógenos e exógenos à testemunha. Neste livro, faz-se um estudo abrangente dos fatores que intervêm no processo mnésico da testemunha e que se repercutem na fidedignidade do depoimento. Procuramos ainda contribuir para a resposta a questões essenciais da prática judiciária, nomeadamente: Até que ponto se pode detetar a mentira no depoimento e aperfeiçoar tal deteção? O modo como se faz o interrogatório enviesa o depoimento? Que especificidades suscita a inquirição de crianças? Quais os parâmetros de valoração do depoimento? Quais as limitações à admissibilidade da prova testemunhal? Como dirimir a colisão entre a prova testemunhal e outros meios de prova? Como fundamentar a decisão judicial no que tange à prova testemunhal? Qual o papel das heurísticas e dos vieses cognitivos nas decisões judiciais? A reapreciação da prova testemunhal está cerceada pela imediação? 

606   ^aDireito processual civil
606   ^aDireito processual penal
606   ^aProva testemunhal
675   ^a347.91^vBN^zpor
700  1^aSousa,^bLuis Filipe Pires de
801   ^aPT^bCEJ^c20130918^gRPC
859   ^u/BiblioNet/Upload/Capas/30940.jpg^zCapa
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966   ^lCEJ^a2013^sDUI.565^120130920