100   ^a20130606d2012    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aSucessão de leis de patentes no tempo^e<a >junção de reivindicações de produto químico ou farmacêutico a pedidos de patentes de processo nos procedimentos nacionais pendentes no INPI na data de início de vigência do CPI de 1995^eAcórdão de 27 de janeiro de 2010 do Supremo Tribunal de Justiça Proc. n.º 598/08.5TBcBR.C1.S1 (2.ª Secção)^fanot. J. P. Remédio Marques
330   ^a1. O caso sub iudice, o CPI de 1940 e o CPI de 1995. 2. O artigo 26.°, n.º 1, do CPI de 1995 face ao artigo 172.°, § 4, do CPI de 1940. 3. A importância do procedimento administrativo na posição jurídica subjetiva do requerente da patente e os interesses de terceiros; a exegese do n.º 1 do artigo 26.° do CPI de 1995 (cont.). 4. O lugar paralelo do artigo 123.°, n.ºs 2 e 3 da Convenção sobre a Patente Europeia e o dever de harmonização do regime jurídico português. 5. O artigo 26.°, n.º 1, do CPI de 1995, e a tutela dos interesses de terceiros. 6. A localização no tempo do facto de inventar e o direito de requerer a patente. 7. Normas transit6rias especiais e o regime geral da sucessão de leis no tempo sobre a proteção das invenções. 8. O direito de patente como direito de formação sucessiva. 9. A relevância do artigo 70.°, n.º 7, do Acordo TRIPS no caso sub iudice. 10. A aplicação direta, imediata e vertical do n. ° 7 do artigo 70. ° do TRIPS e o caso sub iudice. 10.1. O n. ° 7 do artigo 70. ° do TRIPS não respeita a todos os "tipos" ou categorias de propriedade intelectual. 10.2. A conjugação dos n. os 7 e 8. ° do artigo 70. ° do TRIPS e a proibição de uma proteção "pipeline". 10.3. O significado de proteção "acrescida" do n. ° 7 do artigo 70. ° do TRIPS; a relevância da proteção da confiança e a atuação dos poderes públicos. 10.4. O significado de "actos ocorridos antes da data de aplicação do Acordo" e da proteção dos "objetos existentes": os n.ºS 1 e 2 do artigo 70.° do TRIPS. 11. O argumento da tutela da saúde pública como critério e topoi interpretativo no quadro do direito internacional costumeiro. 12. A Declaração de Doha sobre o TRIPS e a tutela da saúde pública. 13. O valor da Declaração de Doha na interpretação do sentido e alcance do n. ° 7 do artigo 70. ° e os reflexos nos pleitos apreciados e julgados nos Estados contratantes do TRIPS. 14. Conclusão
461  1^tO direito^cLisboa^bTyp. Lisbonense^d2012^vA. 144.º, n.º 4 (2012)^pp. 953-1000
606   ^aPatente
606   ^aPropriedade industrial
702  1^aMarques,^bJ. P. Remédio^4020
931 20130606
932 d
933 2012
934     
935 k  
936 y
937 0
938 ba