100   ^a20130107d2012    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<O >poder geral de controlo na acção executiva^ea sua consagração legal será útil e necessária, ou poderá ser considerada inconveniente? ^fVirgínio da Costa Ribeiro
330   ^aNeste texto o autor aborda aquela que foi a questão inovadora da reforma executiva - a figura do solicitador de execução - , analisando o modelo do mesmo, configurando-o como uma importação ambígua entre o huisser de justice, do modelo francês, e o funcionário publico, do modelo alemão. O autor conjuga ainda esta ambiguidade funcional com o poder geral de controlo do processo, atribuído ao juiz, que legitima o pairar da dúvida sobre quem verdadeiramente dirige a acção executiva. Justificar-se-á a manutenção da consagração legal deste poder geral de controlo por parte do juiz? E em que termos (difusos ou concretos)? Estas as questões a que o autor pretende dar a sua resposta, assumindo a opção que se lhe afigura equilibrada
461  1^tJulgar^cCoimbra^bCoimbra Editora^x1646-6853^vN.º 18 (Set.-Dez. 2012)^pp. 147-159
606   ^aDireito processual civil
606   ^aAcção executiva
700  1^aRibeiro,^bVirgínio da Costa
931 20130107
932 d
933 2012
934     
935 k  
936 y
937 0
938 ba