100   ^a20120627d2012    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aBR
200 1 ^a<Do >leito de procusto à discricionariedade judicial^eas implicações do solipsismo filosófico para o direito e sua superação pela hermenêutica jurídica^fRicardo de Macedo Menna Barreto
330   ^aO presente texto tem por objetivo analisar a problemática da discricionariedade judicial e o solipsismo filosófico a partir do Mito de Teseu, notadamente a partir do encontro deste herói grego com o sádico Procusto. Simbolicamente, Procusto configura a tirania intelectual exercida por pessoas que não toleram e nem aceitam as ações e os  julgamentos alheios, desvelando-se como apólogo possível da intransigência atualmente revelada pelo solipsismo judicial, postura que cristaliza um quadro de discricionariedade judicial fruto de certa resistência do paradigma positivista. Assim, buscaremos apontar para a superação desta postura solipsista, fundada em um sujeito transcendental, a partir da hermenêutica de Heidegger e Gadamer, matriz que permite, a partir do estabelecimento de certos padrões hermenêuticos, a preservação da autonomia e da coerência do direito.
461  1^tRevista da AJURIS^cPorto Alegre^bAJURIS^d1999-^x1679-1363^pp. 135-157^vA. 39, Nº 125 (Mar. 2012)
606   ^aDiscricionariedade
606   ^aHermenêutica
700  1^aBarreto,^bRicardo de Macedo Menna
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966   ^lCEJ^sPP.250^120120627