100   ^a20120518d2011    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aEm torno da responsabilidade penal do médico interno^fSara Leitão Moreira
330   ^aHodiernamente, na actividade médica exercida em Portugal existe uma necessária estratificação, concordante com o grau de saber e de progressão na carreira, contudo, tal não é sinónimo de uma diminuição de responsabilidade numa fase inicial da mesma. O nosso estudo centra-se essencialmente na fase embrionária do internato. Não obstante o interno ser considerado um "estagiário" este tem, à semelhança de qualquer outro médico, deveres a que se encontra adstrito. O ordenamento jurídico português oferece regulamentação específica para o internato médico. No entanto, existem particularidades, nomeadamente no que tange à possibilidade de o médico interno praticar actos médicos e à responsabilidade penal pelos actos que pratica, que carecem de clarificação em relação aos quais nos propomos tecer algumas considerações. 
461  1^tLex medicinae^cCoimbra^bCoimbra Editora^d2004-    ^x1646-0359^pp. 79-97^vA. 8, Nº 16 (Jul.-Dez. 2011)
606   ^aMedicina
606   ^aResponsabilidade penal
700  1^aMoreira,^bSara Leitão
920 n
921 a
922 a
923  
924  
925  
931 20120518
932 d
936 y
937 0
938 ba
966   ^lCEJ^sPP.245^120120518