100   ^a20120507d2011    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aViolência nas relações de intimidade^eavaliação do risco^fAna Clara Grams, Teresa Magalhães 
330   ^aNas últimas duas décadas, verificou-se uma grande mudança na resposta à violência nas relações de intimidade (VRI) em todos os setores da sociedade, incluindo o sistema de justiça criminal, os serviços sociais, os cuidados de saúde e a opinião pública. Importa determinar a gravidade de um caso particular e o risco de escalada da violência não só pela necessidade óbvia de gerir os recursos, mas também para adequar a resposta ao nível de perigosidade, para evitar violar os direitos civis dos criminosos e evitar perturbar desnecessariamente a vida das vítimas e seus filhos. A tentativa de prever quais são agressores mais perigosos e quais as vitimas que estão em maior risco decorre em parte da previsibilidade aparente deste crime. É tipicamente um crime reiterado, com o mesmo perpetrador e a mesma vitima; além disso, há uma crença generalizada de que a violência geralmente aumenta ao longo do relacionamento. Existem evidências de que o risco de violência grave e de homicídio pode aumentar quando a vitima tenta terminar o relacionamento e quando esta se separa do abusador. O facto de quer o autor, quer a vitima, poderem já ser conhecidos pelo sistema e terem sido constatadas caraterísticas comuns nos casos que terminam em homicídio, torna os serviços responsáveis pela identificação destes casos de alto risco, intervindo vigorosamente para evitar maiores prejuízos para os vários atores envolvidos. Em resposta a esta necessidade, os vários serviços que lidam com os agressores e as vitimas, tais como forças de segurança, serviços de assistência às vitimas e departamentos de liberdade condicional, principalmente nos Estados Unidos e no Canadá, têm adotado uma série de mecanismos para identificar os casos de alto risco. Os mecanismos incluem "checklists", entrevistas clínicas e instrumentos de avaliação formal [...].
461  1^tRevista portuguesa do dano corporal^cCoimbra^bA.P.A.D.A.C.^pp. 75-98^vA. 20, Nº 22 (Dez. 2011)
606   ^aDano corporal
606   ^aViolência
606   ^aViolência doméstica
700  1^aGrams,^bAna Clara
701  1^aMagalhães,^bTeresa^4070
920 n
921 a
922 a
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925  
931 20120507
932 d
936 y
937 0
938 ba
966   ^lCEJ^sPP.176^120120507