100   ^a20120109d2011    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aExiste uma "personalidade" dos criminosos de colarinho branco?^fInês Sousa Guedes, José Cruz
330   ^aNo seguimento dos trabalhos efectuados por Sutherland nos anos 40 sobre o crime de colarinho branco, as abordagens individuais nessa área têm sido postas de parte, destacando-se as teorias dominantes do foro organizacional. A partir dos anos 90, os estudos que procuram estudar a relação entre traços de personalidade e o cometimento de crime de colarinho branco têm vindo a aumentar, produzindo-se resultados mistos. Por um lado, um conjunto de investigações conclui pela existência de traços distintivos entre criminosos e não criminosos, todavia, outros estudos divergem totalmente dos anteriores. Este artigo tem como objectivo efectuar uma revisão da literatura sobre este tema, procurando-se responder à questão da importância da personalidade enquanto variável explicativa do crime de colarinho branco. Discutir-se-á, de igual modo, as implicações dos estudos anteriores, mais concretamente no que toca à utilização de testes de personalidade para aferir a probabilidade de cometimento de crimes aquando da contratação de empregados para empresas.
461  1^tOusar integrar^cLisboa^bDirecção-Geral de Reinserção Social^d2008^x1647-0109^pp. 47-60^vA. 4, Nº 10 (Set. 2011)
606   ^aCriminalidade
606   ^aCrime de colarinho branco
606   ^aPersonalidade
700  1^aGuedes,^bInês Sousa
701  1^aCruz,^bJosé^4070
920 n
921 a
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925  
931 20120110
932 d
936 y
937 0
938 ba
966   ^lCEJ^sPP.247^120120109