100   ^a20110427d2010    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aAspectos jurídicos da reprodução post-mortem, em perspectiva comparada Brasil-Portugal^fVera Lúcia Raposo
330   ^aA morte chega sempre demasiado cedo, e quase sempre de maneira inesperada, destruído os nossos planos e os daqueles que nos amam. A reprodução medicamente assistida oferece hoje em dia uma técnica que possibilita ter filhos com alguém recentemente falecido. A reprodução post mortem não consiste na satisfação de um mero capricho, mas a continuação de fortes sentimento de amor, e frequentemente concretiza de alguma forma o comum desejo do casal em constituir família. Pelo mundo afora os tribunais e os legisladores encontram-se profundamente divididos sobre a legitimidade desta prática. O bem-estar da criança e o respeito pela pessoa falecida parecem ser os mais fortes argumentos em contra. Mas, como este estudo irá demonstrar, nenhum deles sobrevive a um cuidadoso escrutínio. Por conseguinte, não apenas deve ser permitida a transferência post-mortem de embriões, como também a inseminação e a fertilização post mortem. 
461  1^tLex medicinae^cCoimbra^bCoimbra Editora^x1646-0359^vA. 7, n.º 14 (Jul.-Dez. 2010)^pp. 81-94
606   ^aMedicina
606   ^aReprodução medicamente assistida
606   ^aReprodução artificial
606   ^aConsentimento
700  1^aRaposo,^bVera Lúcia
920 n
921 a
922 a
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924  
925  
931 20110427
932 d
933 2010
934     
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