100   ^a20110314d2011    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aSugestionabilidade interrogativa^eimplicações para a assessoria técnica a tribunais e para a intervenção com delinquentes ^fDaniela Neves, Maria Salomé Pinho, Margarida Faria
330   ^aProcurou-se analisar a sugestionabilidade interrogativa, avaliada pela Escala de Sugestionabilidade de Gudjonsson 1 (GSSI), em duas amostras da população delinquente portuguesa, sendo uma delas constituída por 20 adolescentes entre os 12 e 16 anos e a outra por 20 adultos entre os 18 e 44 anos. Pretendia-se perceber de que forma a reincidência afecta a sugestionabilidade, bem como a relação que se estabelece entre esta última e outras variáveis psicológicas, especificamente memória (a longo prazo e de trabalho), auto-conceito, auto-monitorização e desiderabilidade social. Os indivíduos reincidentes mostraram-se menos sugestionáveis do que os casos da primeira condenação. Foram, também, observadas correlações significativas de medidas de sugestionabilidade com memória a longo prazo, memória de trabalho, desiderabilidade social e auto-conceito, embora, em parte, diferentemente distribuídas pelos dois grupos. Tais resultados sugerem que estas variáveis deveriam integrar a avaliação de confissões e depoimentos, tendo em conta as especificidades de adolescentes e adultos. É discutida, ainda, a possibilidade de utilização de alguns destes resultados como indicadores de factores a considerar numa intervenção com este tipo de população. Contudo, há a necessidade de mais estudos nesta área, que comportem amostras mais numerosas e permitam cimentar estes resultados iniciais.
461  1^tOusar integrar^cLisboa^bDirecção-Geral de Reinserção Social^d2008^x1647-0109^pp.67-77^vA. 4, Nº 8 (Jan. 2011)
606   ^aReincidência
700  1^aNeves,^bDaniela
701  1^aPinho,^bMaria Salomé^4070
701  1^aFaria,^bMargarida^4070
920 n
921 a
922 a
923  
924  
925  
931 20110314
932 d
936 y
937 0
938 ba
966   ^lCEJ^sPP.247^120110314