100   ^a20100531d2010    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<Uma >linha de vida^eorganização judiciária e gestão processual nos Tibunais Judiciais^fLuis Azevedo Mendes
330   ^aPartindo da prática judiciária quotidiana, o autor procura situar a organização judiciária numa linha de vida com os vários factores sistémicos e organizativos que discutem entre si a eficiência dos tribunais, afinal a eficiência do Estado de justiça. Afirma que a abordagem à organização das tarefas processuais deve impor, antes de tudo, uma forte perspectiva crítica da organização judiciária que as enquadra e condiciona, sem a qual haverá uma perda de sentido das práticas judiciárias que se comunica negativamente às instituições jurídicas do Estado e ao próprio direito positivo. Percorre os caminhos das reformas na organização judiciária desde 1974, para concluir que a rota actual deve acentuar as questões do governo e da gestão dos tribunais como as que melhor responderão aos desafios da eficiência perante a crescente expansão do poder judicial, defendendo que o modelo adequado de administração judiciária deverá deslocar muitas das tarefas hoje assumidas pelo executivo para o judiciário, numa lógica de verdadeira autonomia para as decisões de administração da actividade da jurisdição. Situa nessa rota a reforma judiciária em curso nos tribunais judiciais (com a NLOFTJ) e analisa criticamente os novos papéis do juiz-presidente e do CSM, confrontados com uma nova responsabilidade gestionária que inclui a respeitante um conceito amplo de "gestão processual integrada" que combina as actividades de gestão processual, propriamente dita, com as de gestão do tribunal.
461  1^tJulgar^cCoimbra^bCoimbra Editora^x1646-6853^vN.º 10 (Jan.-Abr. 2010)^pp. 105-122
606   ^aOrganização e administração judiciária
606   ^aOrganização judiciária
606   ^aTribunal judicial
700  1^aMendes,^bLuis Azevedo
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966   ^lCEJ^sPP.243^120100531