100   ^a20100208d2001    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aTrabalho a tempo parcial^evoluntariedade ou involuntariedade?^fVera Santana, Luís Centeno , Rita Girão
330   ^aEste artigo tem na base uma pesquisa que pretende caracterizar o trabalho a tempo parcial em Portugal numa perspectiva quantitativa e como contexto jurídico a Lei n.º 103/99. O conceito de trabalho a tempo parcial insere-se no quadro das formas particulares de trabalho as quais mantêm (Maruani,1989) relações estreitas com a precariedade. Trata-se de um fenómeno que evidencia a influência do sistema de emprego emergente de re-ordenamentos dos sectores económicos e das empresas em geral e não de um fenómeno com causas fundamentalmente sociais derivadas de novos modos de trabalhar e de pensar o trabalho e o tempo, de opções individuais, ou até de movimentos sociais, o que caracteriza o trabalho a tempo parcial em Portugal como sendo involuntário. Dos resultados obtidos emerge um quadro irregular assente em duas variáveis base: o sexo feminino e o sector terciário. O trabalho a tempo parcial pode constituir-se como um dos pontos de ancoragem de um caminho precário para as mulheres ou, pelo contrário, emergir nalgumas franjas da sociedade como um dos pontos de ancoragem de um caminho alternativo, optado, inovador.
461  1^tSociedade e trabalho^cLisboa^bM.Q.E.^d1997-^x0873-8858^vN.º 14/15 (Jul.-Dez. 2001)^pp.57-69
606   ^aTrabalho a tempo parcial
606   ^aContrato de trabalho
606   ^aSalário
700  1^aSantana,^bVera
701  1^aCenteno,^bLuís^4070
701  1^aGirão,^bRita^4070
920 n
921 a
922 a
923  
924  
925  
931 20100208
932 a
933 2001
937 0
938 ba
966   ^lCEJ^sPP.232^120100208