100   ^a20090504d2008    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^ aPT
200 1 ^aReflexões sobre a 15.ª alteração ao código de processo penal^e<o >arguido e o defensor^fRodrigo Santiago
330   ^aO autor propõe-se demonstrar que a grande maioria da Revisão se materializou em normas interpretativas, com vista à superação dos mais candentes dissídios doutrinais e jurisprudenciais. Abordou ainda o problema das relações arguido/defensor, procurando demonstrar que após a Revisão o papel de defensor ficou exclusivamente cometido a advogados.
461  1^tRevista portuguesa de ciência criminal^cLisboa^bAequitas^x0871-8563^vA. 18, n.º 2 e 3 (Abril/Setembro 2008)^pp.317-332
606   ^aReforma do código de processo penal
606   ^aDireito processual penal
606   ^aArguido
606   ^aDefesa
606   ^aAplicação da lei
700  1^aSantiago,^bRodrigo
920 n
921 a
922 a
923  
924  
925  
931 20090504
932 d
933 2008
936 y
937 0
938 ba
966   ^lCEJ^sPP.141^120090504