010   ^z978-972-32-1665-3
100   ^a20090213d2009    k  y0porb0103    ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^a<Os >títulos de crédito^e<uma >introdução^fJosé A. Engrácio Antunes
210   ^aCoimbra^cCoimbra Editora^d2009
215   ^a149 p. ;^d23 cm
330   ^aO conceito de título de crédito abarca tradicionalmente uma enorme variedade de tipos de documentos, que vão desde a letra de câmbio, a livrança, ou o cheque, até aos documentos de transporte, aos certificados de depósito, aos extractos de factura ou às cautelas de penhor ("warrant"), passando pelas próprias acções e obrigações emitidas pelas sociedades comerciais. À semelhança do que sucede na maior parte dos ordenamentos jurídicos estrangeiros - com algumas excepções pontuais, como é o caso de Itália ("titoli di credito") -, Portugal não dispõe de uma disciplina legal própria sobre a matéria. Assim sendo, entre nós como alhures, a elaboração de uma teoria geral dos títulos de crédito tem sido obra da doutrina e da jurisprudência nacionais, as quais têm procurado construir um conceito genérico de título de crédito e formular um conjunto de princípios gerais do respectivo regime a partir das regras específicas relativas aos vários tipos de títulos previstos na lei: entre estes, destacam-se inequivocamente a letra de câmbio, a livrança e o cheque - regulados pela LULL ("Lei Uniforme relativa às Letras e Livranças") e LUC ("Lei Uniforme relativa ao Cheque") -, as quais têm assim funcionado como os protótipos ou esteios legislativos desse labor dogmático geral.
606   ^aDireito comercial
606   ^aTítulo de crédito
606   ^aLetra de câmbio
675   ^a347.7^vBN^zpor
700  1^aAntunes,^bJosé Engrácia
920 n
921 a
922 m
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